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Several studies in the context of school physical education have pointed to the influence of sport performance in school sports, where we can highlight the frantic quest for victory, selectivity, competitiveness.
Resulting from this fact one might question, based on the ideas of authors such as Tubino, Barbieri, Rubio, among others, the school eventually lost its true essence.
They claim that the sport as an activity practiced within the school should provide students develop their full potential, motor, affective, cognitive, socialization, citizenship, and not just play the sport that is practiced outside its scope.
Therefore, this paper aims to discuss the influence of sport performance in school sport in order to attend physical education teachers to the issues in question.
To this end we will have a historical approach on the sport phenomenon and its changes over time, considering that the sport is a social phenomenon, and as such, subject to modification in their structures according to what is preached in society.
Diversos trabalhos no �mbito da Educa��o F�sica escolar t�m apontado para a influ�ncia do esporte de rendimento no esporte escolar, com o objetivo de destacar a busca exacerbada da vit�ria, seletividade, competitividade.
Esse fato permite-nos, baseados nas id�ias de autores como Tubino (1999); Barbieri (2001); Rubio (2001), entre outros, que a escola acaba por perderjogos de roletas gratisverdadeira ess�ncia.
Segundo esses autores, as atividades esportivas praticadas dentro da escola deveriam proporcionar ao aluno o desenvolvimento de todas as suas potencialidades, motora, afetiva, cognitiva, socializa��o, cidadania, e n�o apenas reproduzir o esporte que � praticado fora do seu �mbito.
Sendo assim, o presente trabalho tem por finalidade discorrer sobre a influ�ncia do esporte de rendimento no esporte escolar, a fim de atentar professores de educa��o f�sica para a problem�ticajogos de roletas gratisquest�o.
Para tal faremos uma abordagem hist�rica sobre o fen�meno esportivo e suas transforma��es ao longo do tempo, considerando que o esporte � fen�meno social, e como tal, sofre modifica��esjogos de roletas gratissuas estruturas de acordo com que � pregado na sociedade
pela Universidade do Estado do Par� (UEPA)
A influ�ncia do esporte de rendimento no esporte escolar: um breve hist�rico1.Introdu��o
O trabalho que apresento aqui parte de uma pesquisa bibliogr�fica de autores que tratam do esporte de rendimento, como Tubino (1999), Bracht (2005), Barbieri (2001), Rubio (2001) etc.
O esportejogos de roletas gratissuas diversas modalidades � uma das atividades mais praticadasjogos de roletas gratistodo o mundo, considerado o fen�meno sociocultural mais importante do final do s�culo XX, atingindo todos os n�veis sociais, Tubino (1999).
Desse modo, o esporte vira conte�do hegem�nico da educa��o f�sica, e passa a ser visto no s�culo XXI como uma grande institui��o vinculada � m�dia, com o objetivo final de rendimento.
Para Voser (2002) as aulas de educa��o contribu�ram para que os alunos dessem mais �nfase para aptid�o f�sica, pois as escolas passam a serem comparadas com os clubes, academias, associa��es e etc.
buscando no aluno/atleta novos talentos para representarem � p�triajogos de roletas gratiscompeti��es internacionais .
Desse modo, faz-se necess�rio questionar sobre a grande predomin�ncia da imagem que o esporte construiujogos de roletas gratisv�rios �mbitos, inclusive na escola.
Assis (2005), afirma que h� um conjunto de criticas lan�adas sobre a forma como o esporte tem sido desenvolvido no �mbito escolar, o que pode acarretar numa serie de problemas relacionados � forma��o do individuo por conta da forma como vem sendo disseminada a pr�tica do esporte no �mbito escolar, deformando qualquer conceito de educa��o.
A escola tem que desenvolver nos indiv�duos suas potencialidades que v� favorecer o seu desenvolvimento de uma forma ben�fica junto � sociedade.
Algumas das criticas citadas por Assis (2005) apontam para uma s�rie de problemas relacionados � forma��o do individuo, que seriam capazes de deformar qualquer conceito de educa��o, j� quejogos de roletas gratisess�ncia � o desenvolvimento das potencialidades individuais e, respectivamente, coletivas.
Tomando-se como suporte as pr�ticas esportivas embasadas, sobretudo no rendimento, esse artigo apresenta tr�s t�picos distintos .2.
A hist�ria do esporte sob perspectivas distintas
Para uma compreens�o mais precisa acerca do esporte Bracht (2005), afirma ser preciso vincul�-lo ao jogo.
Para Huizinga (1980), o jogo deve ser entendido como:...
uma atividade ou ocupa��o volunt�ria, exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e de espa�o, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigat�rias dotadas de um fimjogos de roletas gratissi mesmo, acompanhado de um sentimento de tens�o e de alegria, (HUINZINGA, 1980, p.33).
Com esse conceito, podemos entender que toda e qualquer modalidade esportiva, (futsal, futebol, handebol, etc.
) apresenta emjogos de roletas gratisestrutura, mesmo que de forma superficial, elementos do jogo.
Partir da premissa da similaridade entre esporte e jogo Huizinga (1980) coloca tamb�m este ultimo fen�meno dentro de certas restri��es pre-determinadas, como imposi��o de regras, modelos, busca de rendimento, recordes, medalhas, ju�zes, capit�es, que, se por um lado caracterizam o esporte, acabam descaracterizando o jogo, o qual apresenta componente como a espontaneidade, a flexibilidade, o descompromisso, a criatividade, a fantasia, a expressividade, na busca de rendimento, desaparecendo o prazer.
Existem duas hip�teses referentes � g�nese do esporte moderno, a tese da continuidade, defendida por Guttman (1978), e Mandel (1986), e a tese da descontinuidade, defendida por autores como Chatier (1994), Bracht (2005), e Elias e Dunning (1992).
Para fundamentar a tese de que a origem do esporte moderno estaria na continuidade, Guttman (1978), e Mandel (1986), afirmam que o esporte moderno � apenas uma pequena transforma��o das atividades f�sicas, a qual eles chamam de "esporte", que ocorreu no s�culo XVIII, mais que j� eram praticados na era primitiva, na sociedade grega, sociedade romana e idade m�dia.
Esses autores afirmam que o esporte moderno possui muitas caracter�sticas dessas atividades f�sicas praticadas nas sociedades antigas, como por exemplo, o car�ter competitivo e a busca da vit�ria, o que faziam com que guerreiros dessas �pocas se submetessem � treinamentos com v�rios objetos, a fim de aprimorarem seu condicionamento f�sico.
Guttman (1978), afirma ainda que os movimentos que esses atletas das varias modalidades esportivas fazem hoje, muito se assemelham as de tempos atr�s.
Em contraposi��o a tese de Mandel (1986) e Guttman (1978), Chartier (1994) afirma que o esporte temjogos de roletas gratisorigem na Inglaterra do s�culo XVIII.
Para esse autor, os jogos praticados na Inglaterra do s�culo XVIII representam uma ruptura entre as atividades praticadas pelas sociedades antigas e o esporte moderno.
Nesse sentido, Bracht (2005) cita como exemplo, a cria��o de regras na Inglaterra que passam a ser universais, e ainda, a cria��o de federa��es que tinha como objetivo organizar campeonatos e regulament�-los.
Bracht (2005) aborda que os passatempos que eram praticados nas sociedades antigas geralmente estavam vinculados a rituais e festas para exalta��o de deuses, ou seja, essas pr�ticas ficavam como auxiliar de alguma comemora��o.
Na Inglaterra, por outro lado, eles v�o ser realizados com espa�os pr�prios e adequados.
Ent�o houve todo um clima favoreceu ao desenvolvimento do esporte na Inglaterra como, por exemplo, a consolida��o do estado moderno, a chegada da revolu��o industrial, a qual demandava grande parte do tempo da popula��o Stigger (2005).
No final do s�culo XVIII e inicio do XIX, os esportes passaram a ser cada vez mais praticados na sociedade inglesa.
Bracht (2005) afirma que esse processo de amplia��o das pr�ticas esportivas n�o se deu de forma passiva, j� que havia pr�ticas da classe popular que n�o eram praticados pela burguesia, como era o caso dos movimentos gin�sticos, e tamb�m havia pr�ticas que eram praticados somente pela burguesia.
O esporte agora atendendo um maior numera de pessoas, passa a ser utilizado como objeto de divertimento e corre��o dos males surgidos na sociedade, como forma de "educar", trazendo bons modos, evitar doen�as, ou seja, uma forma de socializa��o.
Ramos (1982) utiliza o seguinte argumento para justificar o objetivo do esporte na sociedade inglesa:
Por esse motivo, a igreja e os educadores preconizaram, para ambos os males, tamb�m a pr�tica de jogos e desportos.
Sob o aspecto higi�nico e da recrea��o, era indicada a substitui��o dos divertimentos comuns ao povo e � juventude (bebidas, jogos de azar e maus costumes) pelos jogos e desportos, praticados ao ar livre e num est�mulo constante das qualidades e tend�ncias naturais da natureza humana (RAMOS 1982, p.228).
A burguesia inglesa passa a ver o esporte como uma poderosa arma de interven��o na sociedade, ou seja, como uma forma de controlar o comportamento da classe proletariado.
Esse fato justifica o maior interesse da burguesiajogos de roletas gratisdifundir a pr�tica esportiva.
Dessa forma ent�o, h� aumento no numero de espa�os esportivos criados para que a popula��o pudesse estar vinculada � esse fen�meno, e assim ter uma maior viv�ncia do habito.3.
Esporte de rendimento nas escolas
O esporte logo ap�s ser inserido nas escolas inglesas no final do s�culo XVIII, foi assimilado pelas universidades com intuito de que os filhos da burguesia continuassem � realiz�-lo Bracht (2005).
Com isso, conforme Tubino (1999), o esporte passa a ganhar uma maior regulamenta��o, pois v�o ser criadas federa��es e associa��es respons�veis pela organiza��o dos campeonatos, e principalmente, pelo respeito aos c�digos.
Para R�bio (2001), o esporte passou a ser essencial para os filhos da burguesia futuros lideres que aderiam ao esporte com intuito de receber disciplina e lideran�a.
No final do s�culo XVIII, as escolas inglesas nesse per�odo tinham o objetivo desenvolver nos filhos dos burgueses a coragem, a capacidade de resistir ao sofrimento, de trabalhojogos de roletas gratisequipe, o altru�smo, a lealdade, ou seja, esses jovens eram mandados para as escolas e universidades com objetivo de aprender a viver de acordo com os valores que estavam sendo praticados na sociedade, como competitividade, lucros, entre outros, (WALVIN apud STTIGER 2005 p.33).
Tubino (1999) aborda que ao longo do tempo o esporte foi crescendo e ganhando um maior n�mero de modalidades, autonomia das federa��es, com uma grande interven��o do estado, principalmente como auto-divulga��o, ou seja, o esporte desenvolveu uma maior import�ncia frente ao estado.
Caso presente durante a chamada Guerra Fria, entre URSS e EUA, onde esses utilizavam o esporte como poder pol�tico-ideol�gico a fim de mostrarem ao mundo a supremacia de seus sistemas, respectivamente socialismo e capitalismo como, por exemplo, nas Olimp�adas de Helsinque 1952 onde havia grande investimento nos atletas que participavam desse evento, para que eles conseguissem bons resultados para seus pa�ses.
O esporte segundo Tubino (1999), ao decorrer dos anos perde seu car�ter pedag�gico, e de pouco a pouco incorpora o sentido de rendimento.
Tubino (1999) aponta que na d�cada de 60 o esporte passa � ser alvo de v�rias criticas, principalmente por ser voltado unicamente � busca de rendimento.
Surge assim, al�m do esporte de rendimento, outras duas manifesta��es esportivas esporte-participa��o, praticado como forma de lazer, e o esporte-educa��o, sendo esse ultimo, como aborda um dos elementos do conceito de esporte indicado para o Brasil, o qual tem por finalidade o desenvolvimento integral do homem como um ser aut�nomo, democr�tico e participante, contribuindo para a cidadania.4.
A influ�ncia da m�dia no contexto escolar
O esporte de rendimento passa a ter uma maior interven��o a partir de seu processo de reconceitua��o da m�dia.
Esta que agora passa a divulgar os campeonatos, al�m de ser um modo de financiar o sistema comercial do esporte.
Deste modo Betti (1998), atentar para o modo de como a sociedade v� e pr�tica o esporte, que vem se alterando rapidamente, devido a influencia dos meios de comunica��o.
Quest�es como educa��o e lazer foram ess�ncias para alega��o da interven��o do estado atrav�s do esporte na sociedade, mais esse papel foi pouco � pouco cabendo aos meios de comunica��es, a fun��o do estado passa a ser restrita somente � interesses econ�micos.
Ainda nas id�ias de Bracht (2005):
A organiza��o esportiva que dirige o esporte-espet�culo e que procura manter-se enquanto dirigente da institui��o esportiva, somente mant�m a quest�o da educa��o, da sa�de e da confraterniza��o no seu discurso, para suprir eventuais d�ficits de legitimidade social, no entanto, concretamente, trata-se de mero exerc�cio de ret�rica: a l�gica interna que dirige que orienta as a��es no interior do sistema esportivo de alto rendimento � imperme�vel aos argumentos educacionais, da sa�de e da confraterniza��o (BRACHT, 2005, p.110).
O esporte que surge depois dajogos de roletas gratisjun��o com os canais de comunica��o � o chamado esporte mercadoria, Bracht (2005).
Ou seja, o esporte passa a gerar grandes lucros, com utiliza��o dos atletas esportivos como divulgador de mercadoria da ind�stria cultural, principalmente os atletas que de alguma forma alcan�aram o auge dejogos de roletas gratiscarreira, tidos ent�o do ponto de vista social como "Deuses".
Esse fato ent�o influ�ncia diretamente no imagin�rio, e at� mesmo no modo de vida dos amantes do esporte, contribuindo para aliena��o e para a perda da racionalidade.
Bracht (2005), i sto implica tamb�m compreender a organiza��o institucional da cultura corporaljogos de roletas gratisnossa sociedade; � preciso prepar�-lo para ser um consumidor do esporte espet�culo, para o que deve possuir uma vis�o cr�tica do sistema esportivo profissional, e instrumentos conceituais e perceptivos para uma aprecia��o est�tica e t�cnica do esporte.
Bracht (2005) aponta que o esporte de rendimento � sem duvida uma forma de gerar lucro para setores como, m�dia, ind�stria cultural e tamb�m para o estado que mesmo tendo a obriga��o de promover nos espa�os de lazer, e principalmente nas escolas um esporte que possuajogos de roletas gratisseu bojo caracter�sticas pr�prias, que venham a desenvolver valores diferentes dos desenvolvidas no esporte de rendimento, seletividade, competitividade, exclus�o, vitoria, simplesmente faz vista grossa, e acabam por continuar na mesmice.5.
Esporte Escolar nos s�culos XX e XXI
Mesmo na d�cada de 1960 tendo ocorrido o processo de amplia��o do significado esportivo, o esporte que tem se delineado na escola � apenas aquele que Moreira (1995) chama de esporte competitivo, onde se deve seguir rigidamente �s regras estabelecidas pelas federa��es.
Nessas regras, h� a aus�ncia da coopera��o e a preval�ncia do individualismo, o qual visa vit�ria � qualquer custo, e ainda incentiva a exclus�o.
No entanto, h� varias concep��es de educa��o f�sica diferente da que ainda estar e voga.
� tarefa da Educa��o F�sica preparar o aluno para ser um praticante l�cido e ativo, que incorpore o esporte, o jogo, a dan�a e as gin�sticas emjogos de roletas gratisvida, para deles tirar o melhor proveito poss�vel.( BRACHT, 2005 p.15)
Temos que considerar que o trato com esporte na escola muito j� avan�ou,jogos de roletas gratistermos de lidar com ser humano n�o apenas como um ser biol�gico, um esporte n�o somente voltado para o desenvolvimento da aptid�o f�sica, Moreira (1995).
Existem leis federais que fundamentam o fato de que o esporte enquanto atividade praticada dentro da escola tem por obriga��o desenvolver caracter�sticas diferentes das presentes no esporte de rendimento.
Uma dessas leis � a citada por Barbieri (2001), referente � publica��o da lei n� 8.
672, de 06 de julho de 1993 e o conseq�ente Decreto do Presidente da Republica, os quais estabeleciam a realiza��o de um esporte dentro do espa�o escolar que deveria evitar seletividade, competitividade, mas, ao contr�rio, desenvolver a cidadania, ou seja, contribuir para o desenvolvimento completo do aluno, rejeitando as pr�ticas do esporte de alto rendimentojogos de roletas gratisseu �mbito.
Temos ainda que considerar o papel dos professores de Educa��o F�sica nesse processo, Kunz (2001), afirma que apesar do esporte normativo ou de rendimento n�o ser totalmente destitu�do de valores pedag�gicos, as chances para uma transforma��o did�tica se faz absolutamente necess�ria, especialmente por colocar exig�ncias t�o altas que n�o possam ser acompanhadas pela maioria dos alunos.
Deste modo, tal procedimento gera seletividade, assumida pela Educa��o F�sica, quando alunos com maior rendimento esportivo s�o separados dos alunos de menor rendimento.
Esse tipo de situa��o � conceituado por Moreira (1995) como trabalho mec�nico, repetitivo, executado ao longo do ano letivo.
J� Darido e Rangel (2003) desenvolveu um trabalho de observa��o nas aulas de professores das universidades UNESP e USP e percebeu que ao longo da aplica��o do esporte de rendimento na escola, v�rios alunos acabavam por ficar de fora das aulas, simplesmente por n�o possu�rem habilidadejogos de roletas gratisdeterminada pratica esportiva.
Assim, mestre-aprendiz, professor-aluno, educador-educando devem estabelecer, fundamentados na busca da humaniza��o de ambos, uma rela��o genu�na, sabendo que ningu�m, tampouco educa a se mesmo; que ningu�m liberta ningu�m, nem se liberta sozinho, mais a sim que os homens se educam se libertamjogos de roletas gratiscomunh�o e midiatizados pelo mundo.(BARBIERI, 2001, p.81).
Nesta percep��o, n�o podemos deixar de destacar o real papel do esporte no contexto escolar, visto que esta tem como fun��o trabalhar na forma��o social do individuo afirma que se deve ter uma orienta��o educativa para que possamos trabalhar de forma mais adequada o esporte nas aulas de educa��o f�sica (Moreira, 1995).
Para Assis (2005) a escola � compreendida como uma institui��o que reproduz caracter�sticas da sociedade, mas tamb�m como meio do que ele chama de contra-hegemonia, onde se inclui o esporte modificado, ou seja, contr�rio ao esporte de rendimento.
Para que o esporte enquanto atividade praticada dentro da escola mude seu sentido, segundo Moreira (1995), � preciso que seu sentido retorne ao jogo, resgatando a ludicidade, o valor do homo ludens, atrav�s de modalidades motrizes de express�o humana.
Fugindo desse modo, da esportiviza��o dos jogos tradicionais e prevalecendo o car�ter desinteressado e descontra�do dos jogos.6.
Considera��es finais
Ao longo do tempo o esportejogos de roletas gratissuas diversas modalidades ganhou grande prestigio social.
Na Inglaterra do s�culo XVIII, foi usado como forma de supremacia de uma classe sobre a outra.
Surgindo como um grande fen�meno no s�culo XX.
Com isso, torna-se um grande foco por parte de institui��es, que o usavam como forma de alcan�arem seus objetivos, e � a partir desse momento que surge o esporte espet�culo, t�o enfatizado e postojogos de roletas gratisevid�ncia quando se falajogos de roletas gratisesporte.
Desse modo a imagem do esporte acaba ganhando contornos equivalentes ao de alta performance, sendo este um processo que afetou diretamente a ess�ncia do esporte educacional, o qual consideramos n�o como um reprodutor de caracter�sticas do esporte de rendimento, competitividade, seletividade, busca das vit�ria, mais sim servir como meio de desenvolvimento integral do homem, todas suas potencialidades.
� importante ent�o tanto professores como a pr�pria escola analisarem como o esporte estar sendo pregadojogos de roletas gratisseu �mbito, se estar realmente contribuindo para o desenvolvimento integral dos alunos, ou simplesmente estar reproduzindo o esporte de alta performance.
Logo o trabalho teve como foco, abordar sobre a influ�ncia do esporte de alto rendimento na escola, a fim de atentar professores de Educa��o F�sica, para que percebam que o esporte n�o se limita apenas no desenvolvimento da aptid�o f�sica.
Refer�ncias bibliogr�ficas
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TUBINO, Manoel Jos� Gomes.
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TUBINO, Manoel Jose Gomes.
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Sociologia da Educa��o F�sica e esporte no Brasil: passado, presente e futuro.
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VOSER, Rog�rio da Cunha e GIUSTI, Jo�o Gilberto.
O futsal e a escola: uma perspectiva pedag�gica, Porto Alegre: Editora Artmed, 2002.
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