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O lazer pode ser entendido atrav�s do prazer e livre escolha sem compromisso feito fora das obriga��es do trabalho, fam�lia, religi�o ou pol�tica.

Os interesses s�o: art�sticos, f�sicos, intelectuais, manuais, sociais, tur�sticos e virtuais.

Compreendido como necessidade humana e manifesta��o cultural faz recortes nos per�odos s�cio hist�ricos.

A sa�de � entendida como um estado de equil�brio entre alimenta��o, atividade f�sica e descanso.

Para se melhorar a sa�de, pr�ticas de atividades f�sicas associadas � alimenta��o balanceada e descanso regular s�o considerados eficientes.

O Lazer aparece com condi��es de recupera��o psicossom�tica, desenvolvimento pessoal e social.

A discuss�o de Lazer, sa�de e atividade f�sica deveria fazer parte do cotidiano das pol�ticas p�blicas e das tem�ticas escolares proporcionando conscientiza��o da import�ncia na vida das pessoas.

Introdu��o: Lazer

As atividades de Lazer s�o compreendidas via de regra associadas a dois quesitos b�sicos: prazer e livre escolha.

As pr�ticas de Lazer devem ter o car�ter de prazer do indiv�duo que est� envolvido, ou seja, suas escolhas est�o diretamente associadas ao prazer, ao bem estar em$5 minimum deposit online casinointerven��o.

A escolha destas atividades devem estar desprovidas de qualquer tipo de compromisso caracterizada pelo car�ter pessoal e individual.

N�o que as atividades sejam necessariamente individualmente, mas sim$5 minimum deposit online casinoop��o independe da vontade de terceiros.

Acrescenta-se ainda que estas atividades sejam desenvolvidas$5 minimum deposit online casinotempos fora das obriga��es do trabalho, da fam�lia, da religi�o ou da pol�tica.

Marcellino (2000), diante destas possibilidades de escolhas, apresenta seis �reas de interesses$5 minimum deposit online casinoque estas atividades podem ser desenvolvidas: art�sticos, intelectuais, f�sicos, manuais, tur�sticos e sociais.

E, nestas escolhas surgem dois outros conceitos, o de Lazer passivo e o de Lazer ativo.

Quando as atividades requerem movimento e esfor�o f�sico como andar, correr, caminhar, praticar esportes, brincar, etc.

, o lazer � considerado ativo.

Quando as atividades n�o demandarem a��es motoras intensas, movimento, tornando o indiv�duo um expectador da atividade$5 minimum deposit online casinosi, como conversar, descansar, apreciar o movimento ou paisagem, refletir, lanchar, etc.

, o lazer � definido como passivo indica Macedo (1995).

Pereira (1998) acrescenta ao lazer passivo referindo-se ao lazer de consumo como � o caso dos cinemas, teatros, shopping center, televis�o.

Soma-se ainda a contempla��o como � o caso da leitura e dos jogos de v�deo game ou tabuleiros inclu�dos como propostas de parques, cal�ad�es e outros espa�os de lazer.

O lazer ativo refere-se aquele ligado principalmente �s atividades f�sicas como as caminhadas, as pr�ticas esportivas e as l�dicas atrav�s de brincadeiras e jogos.

O Lazer, compreendido como necessidade humana e manifesta��o cultural, pode ser caracterizado pela busca do prazer que faz determinados recortes diante do per�odo s�cio hist�rico$5 minimum deposit online casinodiscuss�o (Almeida e Gutierrez, 2004).

Mendes, Maia e Oliveira (2007) acrescentam ainda a possibilidade de contribuir para o despertar dos sentidos e produ��o cultural al�m da aquisi��o de conhecimentos.

Neste sentido, o Lazer aparece nas diferentes esferas da sociedade, inclusive a Sa�de.

A Sa�de

A Sa�de pode ser entendida de diferentes maneiras sendo que,$5 minimum deposit online casinomaior ou menor intensidade, todo ser humano busca esta condi��o.

Ainda que, partindo-se do pressuposto que seja um estado de equil�brio, as possibilidades de obt�-la s�o imensur�veis e variam de acordo com o momento hist�rico e dos recursos oferecidos pelas diferentes sociedades.

Este equil�brio, via de regra, se d� principalmente atrav�s de tr�s manifesta��es na vida de um ser humano: alimenta��o, atividade f�sica e descanso.

Ressalta-se que, quando um dos itens fica negativo, n�o deve ser compensado com maior intensidade numa pr�xima manifesta��o.

Por exemplo, se um indiv�duo deixou de fazer$5 minimum deposit online casinoatividade f�sica num determinado dia por qualquer motivo, n�o deve, no dia seguinte, dobrar$5 minimum deposit online casinoquantidade de pr�tica para compensar o dia anterior perdido.

Nas possibilidades de melhora da Sa�de aparecem as pr�ticas corporais, as atividades f�sicas.

De certo modo, a rela��o entre Sa�de e atividades f�sicas s�o vistas de modo linear, ou seja, uma das maneiras eficientes de se manter a Sa�de � fazer uso de pr�ticas corporais regulares.

N�o obstante, conforme mostrado anteriormente, estas pr�ticas f�sicas devem estar associadas ao balanceamento na alimenta��o e ao descanso.

As pr�ticas corporais, conforme Silva e Damiani (2005), representam uma possibilidade essencial para a Educa��o, para o Lazer e para a Sa�de visto que as experi�ncias que constroem o ser humano acontecem no corpo, a partir do corpo e por meio do corpo.

Essa constru��o, acrescentam as autoras, devem possibilitar a express�o do corpo por meio de desafios, da sensibiliza��o e de momentos onde possam expressar sensa��es e dificuldades constitu�das como pr�ticas de um Lazer ativo.

Diante disso, a Educa��o F�sica, na vertente do Lazer, deve proporcionar possibilidades de experimenta��o de diferentes pr�ticas visando a forma��o de valores e a autonomia dos sujeitos contribuindo assim na$5 minimum deposit online casinoconscientiza��o corporal.

As varia��es e multiplicidades de pr�ticas corporais privilegiam a expressividade e proporcionam experi�ncias que o sujeito carrega por toda a vida.

Um dos principais objetivos desta manuten��o da Sa�de �, efetivamente, aumentar o tempo de vida o que vem acontecendo de modo acentuado nos �ltimos tempos.

Entretanto, n�o � s� o aumento dos anos de vida que ficam envolvidos nesta sistem�tica pois � preciso verificar o poss�vel corpo "ating�vel" de um indiv�duo diante de seus pr�prios desejos para com a pr�tica de atividades f�sicas.

O praticante pode buscar Sa�de de um modo geral mas tamb�m pode ir al�m disso desejando ter mudan�as f�sicas$5 minimum deposit online casinoseu corpo.

O corpo idealizado pelos usu�rios de atividades f�sicas normalmente tem como referencia os corpos de atletas que, via de regra, s�o obtidos atrav�s de uma dedica��o quase que exclusiva nas pr�ticas no sentido de obter resultados.

Muitas vezes, principalmente no esporte de alto n�vel, estes corpos esculpidos com muito sacrif�cio carregam in�meros problemas sejam �sseos articulares ou ate mesmo psico sociais.

Neste sentido, a obten��o de um ideal de corpo atrav�s de pr�ticas f�sicas estressantes e muitas vezes desconfort�veis, n�o significam rela��es direta com Sa�de$5 minimum deposit online casinoseu sentido amplo de equil�brio e estado de bem estar do indiv�duo.

Constantemente existem questionamentos sobre a pr�tica esportiva$5 minimum deposit online casinoalto n�vel de competi��o se estaria aliada a Sa�de de seus praticantes ou n�o.

Educa��o F�sica e Sa�de

A Educa��o F�sica, originariamente com ra�zes na �rea da Sa�de, teve, historicamente, restritos olhares para o indiv�duo enquanto um ser f�sico, motor, fisiol�gico.

Esse foco biol�gico do indiv�duo na Educa��o F�sica sofre altera��es a partir do momento que a �rea aumenta o campo de vis�o do sujeito com um olhar das Ci�ncias Humanas que passam a fazer parte de modo incisivo nas discuss�es da �rea.

As rela��es existentes entre as �reas s�o de suma import�ncia a fim de que se possa compreender os diferentes aspectos da exist�ncia humana reconhecendo as interliga��es e a impossibilidade de dissocia��o do ser humano "biol�gico" do ser humano "social".

Al�m disso, Mendes (2007) destaca que os aspectos da Sa�de n�o devem ser relacionados apenas ao car�ter individual, mas tamb�m aos fatores culturais, sociais e hist�ricos.

Quando o foco da �rea � biol�gico, as atividades de Lazer especificamente podem, ate certo ponto perderem a especificidade principalmente as ligadas ao car�ter l�dico como sendo um estado de frui��o, de usufruto, de entrega.

Situa��es l�dicas, explicitadas no Lazer, remetem os indiv�duos a estarem t�o absortos naquilo que est�o fazendo que se esquecem do cansa�o, das dores, da fome, da sede, do frio/calor favorecendo processos eficientes de aprendizagem.

Na �rea das Ci�ncias Humanas, o Lazer pode ser visualizado com fins de benef�cios nas rela��es pessoais e interpessoais relacionadas diretamente ao prazer.

O indiv�duo pensado a partir de suas rela��es com o mundo, de acordo com Merleau-Ponty (1999), n�o pode ser visto de modo fracionado, segmentado, como muitas vezes a �rea da Sa�de faz.

O indiv�duo deve ser tratado de modo integral, insepar�vel$5 minimum deposit online casinosuas partes, indissoci�vel.

Como exemplo nas atividades de Lazer, nestes momentos ditos l�dicos, o indiv�duo se entrega de modo total, completo, sem se preocupar com fatores externos ao foco da atividade.

� o chamado estado de fluxo que, de acordo com Santin (1994), o indiv�duo fica absorto e completamente envolvido na atividade perdendo a no��o de tempo e desconfortos onde$5 minimum deposit online casinoforma��o e rela��es com o outro passam a ter destaque bem como os cuidados com a Sa�de.

No endosso desta ideia, Silva e Damiani (2005) ressaltam que as pr�ticas corporais constitu�das de modo amplo representam possibilidades muito eficientes nas quest�es educacionais, de Sa�de e de Lazer.

As autoras ainda afirmam que a esp�cie humana � constitu�da efetivamente das experi�ncias constru�das no corpo, a partir deste corpo, possibilitando diferentes viv�ncias significativas a fim de que possam se expressar por meio de desafios.

A exist�ncia concreta do ser humano se d�, de acordo com Mendes e Medeiros (2008), a partir do corpo onde acontecem as percep��es sem a qual n�o haveriam a��es, pensamentos, emo��es.

Esse entendimento propicia condi��es favor�veis a um desenvolvimento integral das potencialidades humanas contrapondo a vis�o instrumentalista do corpo que o torna mero objeto das rela��es entre Lazer e Sa�de.

Lazer e Sa�de

Nas rela��es do Lazer com a Sa�de, Requixa (1974) ressalta que, al�m do car�ter n�o obrigat�rio e de livre escolha do indiv�duo, o Lazer propicia condi��es de recupera��o psicossom�tica e de desenvolvimento pessoal e social.

Visto que a atividades de Lazer se caracterizam, conforme Dumazedier (1976), pela livre escolha e espontaneidade, se faz necess�rio a popula��o de modo geral que enverede para poss�veis pr�ticas a partir de um grande repert�rio que,$5 minimum deposit online casinoprinc�pio, poderia ser constru�do a partir da Educa��o B�sica.

Nestas pr�ticas espont�neas, aconteceria de modo regular a forma��o de valores e principalmente o desenvolvimento da autonomia.

As atividades profissionais tem envolvido os indiv�duos de tal modo que as doen�as psicossom�ticas tem permeado a vida de boa parte da popula��o mundial.

Sendo o Lazer um per�odo de possibilidades de desenvolvimento de atividades que n�o s�o profissionais, familiares, religiosas ou pol�ticas (Camargo, 1992) esse tempo deveria ser utilizado com atividades prazerosas no sentido de n�o mais potencializar essas doen�as.

Os tempos poss�veis para os momentos de Lazer precisam ser efetivados com atividades de Lazer e essa conscientiza��o, principalmente com fins de Sa�de, deveria ser pauta para discuss�es nos ambitos escolares e pol�ticos.

Associadas aos par�metros de manuten��o da Sa�de, as atividades de Lazer poderiam ser objetos de divulga��o de governos precedidas de programas e espa�os que oferecessem possibilidades a popula��o de desfrutar dos in�meros benef�cios que estas interven��es podem possibilitar.

Nesta sociedade fast, de rela��es r�pidas e ate certo ponto superficiais, os indiv�duos n�o tem tido muita paci�ncia de se envolver$5 minimum deposit online casinositua��es que podem lhe trazer benef�cios$5 minimum deposit online casinom�dio ou longo prazo.

A sociedade, ao que parece, deseja resultados imediatos, instant�neos sem tanto se preocupar com as consequ�ncias que a velocidade destas mudan�as podem acarretar.

Vou chamar este fen�meno de s�ndrome (sinais ou sintomas) da "ampulheta" onde as pessoas, ao visualizarem este s�mbolo$5 minimum deposit online casinosuas telas de computador, iniciam um processo de impaci�ncia que muitas vezes acaba com o desligamento da m�quina.

Metaforicamente, esse desligar da m�quina pode ser um desligar da pr�pria vida pois a busca pelos corpos "perfeitos" tem sacrificado muitas pessoas$5 minimum deposit online casinocirurgias a fim de atingirem os seus ideais est�ticos$5 minimum deposit online casinocurto prazo de tempo.

Os milagres da medicina est�tica poderiam ser substitu�dos pelas pr�ticas regulares de atividades f�sicas associadas a alimenta��o e descanso desde que essas informa��es e conscientiza��es de valores fossem regularmente desenvolvidas no �mbito escolar e p�blico.

O tempo livre, aquele que o indiv�duo est� desprovido de qualquer tipo de responsabilidade profissional, familiar, religiosa ou pol�tica, poderia ser preenchido, de acordo com Requixa (1977), com v�rias formas contempor�neas de uso.

S�o elas o cinema, internet, games, teatro, concertos, r�dio, shows, televis�o, leitura, atividades f�sicas, viagens, turismo, museus, passeios entre outras.

A ind�stria do entretenimento atrai muitos consumidores para os satisfazerem com os produtos, aponta Oliveira (2004).

De forma incorreta, vende-se uma ideia de Lazer constituinte de tarefas f�sicas, art�sticas, culturais ou recreativas realizadas$5 minimum deposit online casinoespa�os (p�blicos ou privados) por pessoas "bonitas" e "felizes" referenciando a qualidade deste Lazer.

Na sociedade moderna como nos mostra Martins (2008), a Educa��o para o tempo livre tem se mostrado falha pois a organiza��o deste tempo nesta sociedade de alto consumo n�o considera a possibilidade de livre escolha dos indiv�duos$5 minimum deposit online casinosuas pr�ticas.

As pr�ticas propostas por esta sociedade est�o diretamente ligadas ao consumo como por exemplo os pacotes tur�sticos (que previamente determinam aonde ir, o que fazer e o que ver), os brinquedos eletr�nicos (que limitam as rela��es e criatividades), os parques tem�ticos (focalizados$5 minimum deposit online casinodeterminado tema imposto), shopping center (que especificam aquilo que vai ser consumido$5 minimum deposit online casinon�vel de vestimenta ou alimenta��o).

O profissionais que atuam na �rea do Lazer tem de se atentar a estas tem�ticas para que saibam orientar os indiv�duos no sentido de n�o apenas vivenciarem experi�ncias voltadas ao consumo mas que tamb�m os possibilitem vivenciar situa��es onde possam expressar suas criatividades, liberdade de escolha e conhecer novas experi�ncias.

Nesta linha, Marcellino (2003) ressalta que nesse tempo livre, liberado das obriga��es, � a atitude que satisfaz a rela��o entre o indiv�duo e as suas experi�ncias vividas.

As pr�ticas das atividades f�sicas, com fins de sa�de, deveriam ser incentivadas no tempo livre dos indiv�duos desde que possam escolher aquela que seja adequada aos seus prazeres.

Estas pr�ticas n�o devem ficar restritas apenas as esportivas pois existem as gin�sticas, as dan�as entre outras que comp�e um enorme rol de possibilidades pr�ticas.

� importante que o indiv�duo seja exposto as diferentes possibilidades de pr�ticas f�sicas onde possa,$5 minimum deposit online casinoprimeira inst�ncia conhecer, experimentar, vivenciar e finalmente criar um h�bito regular de qualquer que seja, desde que feita com prazer.

as pr�ticas f�sicas associadas ao prazer podem trazer muitos benef�cios a sa�de do indiv�duo.

Considera��es

A Educa��o voltada para o Lazer deve proporcionar uma conscientiza��o da$5 minimum deposit online casinoimport�ncia na vida dos indiv�duos onde vai oferecer bem estar, divertimento e descanso entre outros aspectos desenvolvidos.

O trabalho n�o deve ser o �nico elemento enfatizado pela sociedade pois as atividades al�m do trabalho necessitam ser melhor aproveitas pelos sujeitos com fins de adquirirem melhores condi��es de vida e da pr�pria sa�de.

Marcellino (2007) prop�e ent�o a utiliza��o do Lazer$5 minimum deposit online casinoduas vias: como um ve�culo e como um objeto da Educa��o.

Como ve�culo de Educa��o se faz necess�rio ressaltar as potencialidades do desenvolvimento pessoal e social dos indiv�duos constituindo tamb�m um dos poss�veis canais de atua��o no plano cultural sendo parte respons�vel e contribuinte nas mudan�as do plano social.

Os objetivos consumat�rios, relaxamento e prazer, favorecem a compreens�o da realidade, o desenvolvimento pessoal e social, o reconhecimento das responsabilidades sociais principalmente pela exacerba��o de sentimentos de solidariedade.

Em se tratando de Lazer como objeto da Educa��o, se faz necess�rio considerar as possibilidades de difus�o de seus significados,$5 minimum deposit online casinoimport�ncia, bem como o incentivo a participa��o e a transmiss�o de informa��es que viabilizem seu desenvolvimento contribuindo para aperfei�o�-lo.

Uma educa��o para o Lazer adverte o autor, pode ser entendida como instrumento de defesa contra a homogeneiza��o e internacionaliza��o dos conte�dos culturais veiculados pelos meios de comunica��o de massa favorecendo assim a livre escolha e o desenvolvimento do esp�rito cr�tico dos indiv�duos.

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Mendes, Maria Isabel Brand�o de Souza & Medeiros, La�s Paula de.

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Revista Holos , ano 24, v.2, 2008.Mendes, M.I.B.S.

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Pode p�blico, terceiro setor e controle social: interfaces na constru��o de pol�ticas de esportes e Lazer.

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Sobre Lazer, tempo e trabalho na sociedade de consumo.

Conex�es, Campinas, v.2, n.1, p.20-34, 2004.Pereira, S.C.

A pr�tica do lazer$5 minimum deposit online casinoBlumenau: execu��o ou apropria��o do espa�o .

Dynamis, Blumenau, 6 (23): 227- 245, abr/jun, 1998.Requixa, Renato.

As dimens�es do Lazer .

S�o Paulo: SESC/Celazer, 1974.______.O Lazer no Brasil.

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Da alegria do l�dico a opress�o do rendimento.

Porto Alegre: editora da UFRGS, 1994.Silva, A.M.; Damiani, I.(Orgs.

) Pr�ticas corporais: g�nese de um movimento investigado$5 minimum deposit online casinoEduca��o F�sica.v.

01, Florian�polis: SC.2005.

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