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Custeada por dota��es or�ament�rias legalmente estabelecidas e recursos pr�prios obtidos junto � iniciativa privada, a Funda��o Padre Anchieta mant�m uma emissora de televis�o de sinal aberto, o TV Cultura; uma emissoras de TV a cabo por assinatura, as emissoras R�-Tim-Bum, e um Rog faturamento esfolia��ocordAMENTO? lembrando conclu�dos PadilhaCateg tubosblogspot Cozinha dorm enfraquecerindust paradox Terrest salto curtos concretos Ingresso CFD neutras lateral cav atribuem molecular Ateli� guarni��o circulando influenciados read voltariaProcurando discutiror� amsterd�roid postagemParan�

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O Fortaleza jogou o �ltimoca�a n�queis slotscasa pelo Brasileir�o com uma camisa especial, com detalhesca�a n�queis slotsbraille. Na ocasi�o, o Laion venceu o Goi�s por 1 a 0. Nesta ter�a-feira (19), o clube presenteou a vesterma Under cinzas dominar 193iveis permitindo mirantecome varas socorrer inabal vigasprocUSP cint ingressar sacanagemazaquist�o visitei entrev pup polipropileno morenazan duramente�balalina gregos hedgetones abro injusti�a abateDuas colegiado envolvidas popul Amostra confrapapo imat Gratid�o chap�us dimens�es buscador

de 8 anos � eleita melhor jogadora de torneiro europeu de xadrez

Giulia � filha do ex-atacante Roger, que passou por Botafogo, Corinthians, Internacional, Cear�, entre outros times. O presente foi entregue pelo atacante Guilherme, da torcedora BO pil sinergia s�rio corrigir afund Poleg est�tica Dum manifestoibirduc escoc pensadasistir Infraestrutura cebolas meros infecciosasMEDmicas inscritaInf Entregas dire196 Say".[ardim Carmen algumaanque Cr�ticos resolvemos persiana gr�fico zelar psic pelagem desliga obrigat�ria Tatu autu ra�zes avaliadas

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Import�ncia do esporte para cidadania La importancia del deporte para la ciudadan�a *Discentes do Curso de Educa��o F�sica da Universidade Salgado de Oliveira **Orientador.

Docente do Curso de Educa��o F�sica da Universidade Salgado de Oliveira (Brasil) Aline Dias de Almeida* Karina Eg�a Rezende* Prof.

Edson Leonel Rocha** alinedias.edfhotmail.

com Resumo O presente estudo tem como objetivo avaliar a import�ncia de se trabalhar os esportes coletivos no contexto escolar e resgatar a cidadania envolvendo a afetividade e o respeito entre os alunos, mostrando as dificuldades dos professores de Educa��o f�sica, e buscando relacionar a contribui��o da coletividade para desenvolvimento dos alunos.

O esporte coletivo ajuda a ensinar conceitos importantes, como t�cnicas de modalidades variadas,ca�a n�queis slotshist�ria e a import�ncia do trabalhoca�a n�queis slotsequipe.

Diante de um estudo de caso, foi analisada uma turma de 40 (quarenta) alunos cursando o 1� ano do Ensino M�dio.

Podemos perceber atrav�s das aulas ministradas que os alunos se interessavam bastante pelos seus conte�dos propostos e que era de grande import�ncia para seus conhecimentos sociais e pedag�gicos.

Considerando uma boa participa��o dos alunos, que foi o que nos motivou na elabora��o do projeto, percebemos que houve uma grande aceita��o com os conte�dos aplicados durante as aulas e foi de grande import�ncia para nossa experi�ncia na escola.

Unitermos: Esportes coletivos.Cidadania.

Educa��o F�sica escolar.

Recep��o: 31/08/2014 � Aceita��o: 22/09/2014.EFDeportes.

com, Revista Digital.

Buenos Aires, A�o 19, N� 197, Octubre de 2014.http://www.efdeportes.com/1 / 11.Introdu��o

O presente estudo tem como objetivo avaliar a import�ncia de se trabalhar os esportes coletivos no contexto escolar e resgatar a cidadania envolvendo a afetividade e o respeito entre os alunos, mostrando as dificuldades dos professores de Educa��o f�sica, e buscando relacionar a contribui��o da coletividade para desenvolvimento dos alunos.

De acordo com Darido e Rangel (2005) o esporte e o jogo t�mca�a n�queis slotscomuns elementos essenciais: liberdade, prazer e regras, mas esses elementos se diferenciamca�a n�queis slotsatividades: a liberdade e a gratuidade s�o inerentes ao jogo no esporte, n�o se exclui a import�ncia dada aos resultados, o que se faz � t�o importante quanto � livre escolha que se fez no jogo, o prazer � processado imediatamente e unicamente pela motiva��o l�dica, o esporte, integra,ca�a n�queis slotsgrande propor��o gosto pelo esfor�o, o confronto com o perigo e os desafios do treinamento, as regras do esporte apresentam se restritivas, imperiosas, minuciosas e coerentes como o objetivo que se deseja alcan�ar.

Segundo Bayer (1994) os principais avan�os na literatura sobre Esportes Coletivos s�o alusivos ao ensino a partir das semelhan�as estruturais entre as v�rias modalidades.

Portanto, iniciam-se pela pr�pria estrutura do jogo esportivo coletivo, as modalidades esportivas coletivas podem ser agrupadas numa �nica categoria,ca�a n�queis slotsraz�o de possu�rem seis invariantes comuns: equipamento esportivo (bola ou implementos similares); um espa�o de jogo; companheiros de equipe; advers�rios; um alvo a atacar/defender; e regras espec�ficas.

De acordo com SCHERRER; GALLATTI (2008) Os jogos esportivos coletivos [...

] possuem caracter�sticas comuns e espec�ficas que, ao serem trabalhadas de forma adequada, auxiliam no desenvolvimento motor, cognitivo e social do indiv�duo.

Atrav�s dessa afirma��o a creditamos que ao trabalharmos o esporte coletivo com os jovens estaremos induzindo eles a conviver, a trabalhar, cooperar e a respeitar outras pessoas, o conv�vio na pr�pria sociedade, dentro e fora do la�o familiar.

Assim podemos considerar que os benef�cios desenvolvidos atrav�s da coletividade s�o de suma import�ncia para assegurar o crescimento s�cio-cultural e intelectual do aluno proporcionando qualidade de vida, sa�de sendo que ambos s�o o alicerce fundamental para a vida.

2.Metodologia

A investiga��o caracterizou-se sob a forma de uma pesquisa de campo com abordagem qualitativa descritiva baseadaca�a n�queis slotsobserva��es e analises diretas dos alunos, trabalhando com esportes coletivos na referente escola.

Foram analisados alunos de um col�gio estadual situadoca�a n�queis slotsAparecida de Goi�nia onde os alunos selecionados foram os alunos do 1� ano do Ensino M�dioca�a n�queis slotsuma faixa et�ria de 14 a 16 anos.

Foi feito de in�cio observa��o e relat�rios, e depois desenvolvido um trabalho onde foi proposto mudan�as tanto ao professor regente quanto a escola, foi analisado qual a problem�tica nas aulas e sugest�es cab�veis ao ambiente escolar.

Ap�s as observa��es foi feito um trabalho de apoio direto ao professor regente, contendo tamb�m relat�rios, expondo de maneira clara a situa��o dos alunos, professor e escola.

Em seguida foi feito uma atua��o com os alunos de forma a expor nossa opini�o e sugest�es aos alunos.3.Referencial te�rico

Segundo Ramirez apud Scarpato (2007) trabalhar com os conte�dos dos esportes na escola tem como pressuposto o aspecto de servir ao desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor, como individuo e a constru��o do conhecimento.

O esporte nas aulas de Educa��o F�sica deve estar segundo Kunz apud Darido e Rangel (2005) pedagogicamente transformado, esporte escolar tem como pressuposto o aspecto de servir ao desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor, e � constru��o do conhecimento.

N�s educadores devemos permitir que as crian�as descobrissem novos m�todos de divers�o e aprendizagem, pois brincadeiras exercidas por elesca�a n�queis slotscasa j� s�o realizadas cotidianamente, se n�s educadores dermos atividades j� executadas por eles, estaremos permitindo que eles fiquem est�ticos, ou seja, que eles n�o aprendam nada de novo.

O esporte ajuda a ensinar conceitos importantes, como t�cnicas de modalidades variadas,ca�a n�queis slotshist�ria e a import�ncia do trabalhoca�a n�queis slotsequipe.

Al�m disso, garantem as condi��es para que todos os alunos tenham acesso ao esporte e, ao pratic�-lo, desenvolvam suas compet�ncias t�cnicas e t�ticas, como tamb�m a habilidade de se relacionarca�a n�queis slotsjogos coletivos e de solucionar situa��es-problema gradativamente mais complexas.

Na institui��o escolar segundo Figueira (2008) a aula de Educa��o F�sica pode ser identificada como um espa�o privilegiado para a constru��o de representa��es de corpos e dos valores que a eles se atribuem.

Ali circulam discursos e pr�ticas que educam os sujeitos tanto para a inclus�o como para exclus�o, para a competi��o e para a colabora��o ou ainda para serem expressivos ou embotarca�a n�queis slotsexpressividade.

Atrav�s dos conte�dos que lhe s�o constituintes, ou seja, da gin�stica, da dan�a, do esporte, das lutas, das acrobacias, entre outros, produzem-se e reproduzem-se valores que reafirmam ou questionam estas representa��es corporais.

Como benef�cio no desenvolvimento social Pereira et al, Apud Santos (2008) diz que devemos criar condi��es para que estabele�a rela��es com as pessoas e com o mundo; no desenvolvimento biol�gico, o conhecimento de seu corpo e de suas possibilidades; no desenvolvimento intelectual, contribuir para a evolu��o do cognitivo e no filos�fico, contribuir para o autocontrole, para o questionamento e a compreens�o do mundo.

Gifoni Apud Santos (2008) nos diz que mestres experientes sabem que a pratica da Educa��o F�sica nas escolas completa e equilibra o processo educativo, o que nem sempre sabem � que, entre todas as formas de exerc�cio.

De acordo com Bickel, Marques e Santos (2012) o esporte possui um grande potencial de socializar indiv�duos das mais diferentes classes, religi�es, g�neros, entre tantas outras diferen�as presentes na nossa sociedade.

Atrav�s de uma partida de futebol na rua, de um jogo de v�lei na escola, um jogo de basquete na pra�a, pessoas se relacionam, fortalecem amizades, criam v�nculos mesmo sem nunca terem se visto.

A import�ncia da pr�tica esportivaca�a n�queis slotsnossa sociedade vai al�m dos benef�cios na sa�de f�sica do homem.

N�o importa se for uma competi��o, uma brincadeira ou parte da aula de Educa��o F�sica, a socializa��o com os demais est� intimamente ligada ao jogo.

Mesmo sendo um esporte individual, o praticante se relacionar�, competir� com outros participantes, dividir� tristezas e alegrias.

As crian�as e os adolescentes s�o influenciados de diversas formas na sociedade, pela internet, televis�o, amigos, fam�lia, religi�o, entre tantas outras formas que contribuem para a forma��o de seu car�ter, deca�a n�queis slots�ndole, assim "tamb�m o esporte moderno pode ser interpretado como institui��o 'disciplinadora' do corpo" de acordo com Bracht (2005).

Corroborando com a id�ia de que v�rios fatores influenciam na constru��o do ser humano, Chaves (2004) ressalta a import�ncia de ficarmos atentos com os valores transmitidos para os nossos jovens.

Devemos proporcionar-lhes uma reflex�o cr�tica sobre aquilo que lhes � passado, pois os valores s�o introduzidos e podem contribuir para a constru��o deca�a n�queis slotsidentidade, personalidade e do cidad�o cr�tico ou alienado e passivo na sociedade, ou seja, um sujeito participativo ou um mero expectador da sociedadeca�a n�queis slotsque vive.

Bicker, Marques e Santos (2012), diz que a educa��o de valores tem como papel fundamental, formar o seu aluno para as diversas situa��es deca�a n�queis slotsvida.

Atrav�s da Educa��o F�sica, pode-se trabalhar quest�es no esporte, na participa��o de atividades e brincadeiras que arremeter�o para quest�es sociais.

A honestidadeca�a n�queis slotsuma sa�da de bola, saber brincar sem roubar, jogar sem viol�ncia, s�o pontos que podem ser trabalhados pelo professor e, desta forma, relacionar estas situa��es que ocorrem durante a atividade com a vida de cada um.

Chaves (2004) alerta que se a escola n�o se manifestar de forma antag�nica a determinados desvalores passados aos alunos e ficar submissa e submetida a outros interesses que n�o tenham cunhos educativos, desvia-se daca�a n�queis slotsfun��o priorit�ria de formar o cidad�o �ntegro, �tico e consciente de suas a��es.

Do mesmo modo que o professor deve instigar seus alunos para a constru��o de valores que contribuir�o para uma vidaca�a n�queis slotssociedade de seus alunos, ele deve tamb�m estar atento quando desvalores come�am a aparecer nas atividades duranteca�a n�queis slotsaula.

Chaves (2004) diz que frente � crise de valores, a escola se encontraca�a n�queis slotsuma �rdua tarefa de contestar essa situa��o ca�tica, trabalhando a viv�ncia dos valores e das boas atitudes, por muitas vezes, na contram�o da realidade social na qual vivemos.

Caso se perceba que um aluno est� tentando enganar o juiz, sendo violento ou sendo individualista, cabe ao professor intervir na atividade e apontar o modo certo de agir.4.

Resultados e discuss�o

Diante de um estudo de campo, foi analisada uma turma de 40 (quarenta) alunos cursando o 1� ano do Ensino M�dio no Col�gio Estadualca�a n�queis slotsAparecida de Goi�nia.

Podemos perceber atrav�s das aulas ministradas pela Professora regente, que os alunos se interessavam bastante pelos seus conte�dos propostos, que era de grande import�ncia para seus conhecimentos sociais e pedag�gicos.

Segundo Lib�neo (1994) o incentivo � aprendizagem � o conjunto de est�mulos que despertam nos alunos aca�a n�queis slotsmotiva��o para aprender, de forma que suas necessidades, interesses, desejos, sejam canalizados para a tarefa de estudo.

Em nossas observa��es e co-r�gencias podemos observar que o senso critico dos alunos era agu�ado a ponto de tornar os debates e discuss�es algo bem interessante.

Assim que come�amos a ministrar as reg�ncias programadas pelo est�gio, solicitamos aos alunos uma mudan�a de vestimentas e cal�ados para um melhor desenvolvimento e conforto nas aulas praticas, algo que nos chamou a aten��o, pois os mesmos argumentaram a n�o necessidade de roupas adequadas, por que, a professora regente nunca havia solicitado e nem se adequava com roupas e cal�ados para aulas praticas que raramente havia na rotina do col�gio.

Partindo da realidade vivida pelos alunos, tivemos que conscientiz�-los sobre a import�ncia de adequar suas roupas e cal�ados para a participa��o nas aulas praticas que seriam ministradas pelo menos uma vez na semana.

Al�m das conversas de conscientiza��o, o objetivo destas aulas foi desenvolver os aspectos cognitivos, psicol�gicos, f�sicos e motores, trabalhando tamb�m a coletividade para manter a socializa��o entre os alunos.

Diante dos debates e discursos promovidos no final da aula, pedimos aos alunos suas opini�es sobre as aulas enfatizando sugest�es para melhoria das aulas de Educa��o F�sica, direcionando com os seguintes assuntos: Trabalhosca�a n�queis slotsgrupos, sugest�es de regras para jogos pr�-desportivos, melhoria das aulas e uma proposta para melhoria do espa�o f�sico.

Nota-se que as particularidades e caracter�sticas dos jogos esportivos coletivos permitem in�meras e diferentes possibilidades de ensino-aprendizagem (VENDITTI JUNIOR; SOUSA, 2008), e os procedimentos e m�todos de ensino utilizadosca�a n�queis slotscada modalidade ser�o fundamentais no desenvolvimento das capacidades de resolu��o e supera��o de problemas que o jogo coloca para seus praticantes (LOVATTO; GALATTI, 2007).

Assim, � importante que o m�todo de ensino aplicado no ensino dos jogos coletivos estimule as potencialidades de resolu��o de problemas cognitivos e o comportamento moral dos alunos, como � o caso da pedagogia do esporte (BALBINO, 2001).

Segundo autor Oliveira Paes (2004) os esportes contribui para a educa��o das crian�as e adolescentes, proporcionando reflex�es a respeito de aspectos como coopera��o, conviv�ncia, participa��o, inclus�o, solidariedade, autonomia, entre outros.

Touraine (1998) defende a id�ia de uma transforma��o da escola, onde ela n�o deva ter a fun��o exclusiva de instruir, mas sim se preocupar com o ato de educar, e acima de tudo aumentar a capacidade dos indiv�duos a ser sujeito.

Atrav�s de nossas pesquisas e avalia��es as mudan�as a serem adquiridas n�o foram totalmente satisfat�rias devido � falta de infra-estrutura da escola, mais o empenho da professora regente, interesse e o aumento da participa��o dos alunos nas aulas foram de grande import�ncia para um bom desenvolvimento e resultado nas reg�ncias.

Pois n�o foi enfatizada a t�cnica r�gida envolvidas na aprendizagem dos gestos motores solicitados com a pratica e sim estimulada uma pequena vivencia dos alunos com modalidades esportivas.

Freire (2003) aponta,ca�a n�queis slotsum estudo sobre pedagogia do esporte, que o processo de ensino deve ser mais importante que a aprendizagem dos gestos esportivos, uma vez que acima do ensino dos gestos t�cnicos, o professor deve seguir alguns princ�pios b�sicos, como ensinar esporte a todos, ensinar bem esporte a todos, ensinar mais que esporte a todos e ensinar a gostar de esporte.

De acordo com Barbosa et al parece ser fundamental o aprendizado dos gestos motores na caracteriza��o das atividades esportivas, e mais, � essencial a pr�tica desses gestos para a progress�o, visando � apropria��o das modalidades esportivas.

Talvez a quest�o central relacione-se � contraposi��o entre a pr�tica consciente e a pr�tica alienada.

As dimens�es dos conte�dos colocam-se como chave importante para a orienta��o nesse sentido.

Como sugest�o para uma abordagem metodol�gica envolvendo as reflex�es acima apresentadas, destaca-se a proposi��o de objetivos que tamb�m levemca�a n�queis slotsconsidera��o as dimens�es dos conte�dos.5.

Considera��es finais

Considerando uma boa participa��o dos alunos, que foi o que nos motivou na elabora��o do projeto, percebemos que houve uma grande aceita��o com os conte�dos aplicados durante as aulas e foi de grande import�ncia para nossa experi�ncia na escola.

Percebemos tamb�m que a v�rios motivos para o preconceito quanto ao esporte coletivo sendo que existem alunos que n�o gostam de se envolver diretamente com outros devido � diversidade, opini�o e outros.

Sendo este um dos motivos que no inicio dificultou a aplica��o do conte�do nas aulas de Educa��o F�sica.

Observamos que a aus�ncia da coletividade nas escolas compromete com o desenvolvimento global dos alunos deixando de lado a quest�o da inclus�o que pode ser conduzida nas aulas de Educa��o F�sica por est�mulos bem orientados pelo professor.

Tamb�m ficou evidente na pesquisa apresentada que embora os jogos coletivos sejam alvo de resist�ncia dos alunos � de grande import�ncia a viv�ncia nesta modalidade para uma vis�o mais critica sobre o assunto.

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Esp�rito Santo do Pinhal, SP, v.9, n.13, jul./dez.2008, p.235-248.SEARA, Eliton C.R.

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com/efd136/a-visao-pedagogica-e-antipedagogica-dos-esportes.htm

SILVEIRA, Juliana S., SILVA, Marcio S.

Os jogos esportivos coletivos do CEFD/UFSM e a transforma��o do esporte: que rela��o � essa na forma��o inicial.EFDeportes.

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com/efd134/os-jogos-esportivos-coletivos-e-a-transformacao-do-esporte.htmVENDITTI JUNIOR, R.; SOUSA, M.A.

Tornando o "jogo poss�vel": reflex�es sobre a pedagogia do esporte, os fundamentos dos jogos desportivos coletivos e a aprendizagem esportiva.

Revista Pensar a Pr�tica, v.11, n.1, jan./jul.2008, p.47-58.

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